B de Björk

Como falar de um som que atravessa gerações e não se explica, não se adequa, simplesmente existe sem se preocupar com o resto?

Björk não é algo que agente possa definir com uma simples frase, ou consiga mensurar com apenas algumas palavras!  De origem islandesa, essa cantora e compositora é vencedora do Prêmio Nobel de Música (Polar Music Prize), sendo também produtora musical, instrumentista e atriz. O mais fantástico e paradoxo, em se falando dessa artista, é que em seus oito álbuns de estúdio lançado, não se consegue definir bem o seu estilo musical, sendo tão eclético quanto inusitado! Björk brinca com a sua voz, que diga-se de passagem é maravilhosa, fazendo malabarismos e misturando rock, jazz, música eletrônica, clássica e folclórica de uma forma tão única quanto bela. O que mais se assemelha ao seu estilo é com certeza o trip hop, e mesmo tendo algumas composições parecidas com as de outras cantoras e bandas, se destingue totalmente pela genialidade demonstrada em cada nova interpretação.

Vasculhando a internet achamos essa música de Milton Nascimento, chamada Travessia, numa versão de Björk, e por curiosidade, cantada em português, quer dizer, pelo menos ela se esforça, e no caso dela, está de bom tamanho:

Björk além de espetacular, foi uma criança prodígio, tendo como base musical o piano, gravou seu primeiro disco aos 12 anos de idade, com a ajuda de seu padrasto. Seu primeiro álbum solo, Björk, foi lançado em 1977 apenas na Islândia, mas já lhe rendeu um disco de platina.

Ao longo do tempo experimentou vertentes musicais tão amplas quanto contrárias, explicando assim, em parte, o misto desorganizado e intenso de tudo que faz e fez.  Seus singles “It’s Oh So Quiet”, “Army of Me” e “Hyperballad” ficaram entre as top 10, na Inglaterra, durante alguns anos. Seu estilo diferente e provocativo lhe rendeu quatro prêmios BRIT Awards, quatro MTV Video Music Awards, um MOJO Awards, três UK Music Video Awards e, em particular, ela recebeu, em 2010, o Polar Music Prize da Royal Swedish Academy of Music, em reconhecimento por sua “música profundamente pessoal e letras de músicas, seus arranjos precisos e sua voz única”

Além disso, Björk foi indicada para 13 prêmios Grammy, e foi classificada na trigésima sexta no VH1’s “As 100 Maiores Mulheres do Rock and Roll”  e oitava posição na MTV “22 Melhores Vozes na Música”.

Separamos alguns videos para que você possa ouvir e se maravilhar com esse fênomeno inexplicável chamado Björk:

Unravel

It’s Oh So Quiet – Ao vivo em 1995

Bacherolette MTV Live

The Anchor Song

Realmente, o que se pode dizer a seu respeito, é que ao ouvir os seus agudos, você não consegue ficar indiferente, sem dúvida alguma, o talento dessa cantora é perturbador!

Adaptado de alguns textos encontrados na internet e da Wikipedia

Rachel Furner

De repente você ouve e se apaixona! Simples assim! Quem escuta pela primeira vez “Unravel” não tem dúvidas de que está escutando algo realmente que vale a pena! Algo que chama atenção, sem saber bem o por quê! Esse talento todo atende pelo singelo nome de Rachel Furner. Essa “inglesinha” de 19 anos,  que mora nos Estado Unidos, começou a tocar piano aos seis anos de idade e aos 11 já escrevia suas próprias músicas, é dona de uma grande habilidade vocal, o que a projetou no cenário musical e rendeu convites para cantar ao lado de  nomes como Peolo Nutini, Pixie Lott e Razorlight.

Apesar de ter um pé (ou os dois, como queiram) na grande Fábrica Pop de público adolescente, Rachel mostra uma qualidade musical peculiar, sem tanta manipulação e, diga-se de passagem, a um passo de entregar-se a autenticidade que se espera dos músicos atualmente.

Com a melodia destacada pelo piano, sem muitas firulas eletrônicas na voz, e com uma potencia vocal adequada, ela trabalha com um estilo Pop às vezes próximo do Soul.

Até o final de 2010, Rachel havia gravado duas músicas e um cover, veja:

Unravel

Sticks & Stones

In For The Kill (cover de La Roux)

Em 2011, colocou duas músicas demo no seu myspaceFeng Shui e Like Stars.