Oi?


Diga!
Chore,
Fale, implore
Cante! Vibre!
Dance, inspire!
Vire

Se joga!
Se afoga!
E fuja

Ruja, sopre e dobre
a língua
a míngua, a mágoa
e a água

Numa mistura de sol
e de sal sem sim.
E cobre o verso pobre
Da rima leve que te afaga

Do tudo e do nada
à flor da pele que segue
e vibra

A alma calada
nessa enxurrada de verbos:
– Encandece a tua essência
e a tua dormência

Que acorda o silêncio gritante.
Cala!
singela que só…
Congela em Si
e adormece a bemol.

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