Para Você, Para Sempre


Ontem já não importa. Hoje se dispersa. Despeço o agora, e peço sua atenção. Desapareço, quando me excedo. E cedo, te penso como tanto te quero e te esqueço.

Meus poemas são teus. Minha inspiração transpira teu nome. A poesia que te fiz é a alegria que meu peito alijou. Meu ontem e agora se desafogam, se amanhã teus olhos acharem que devem em mim repousar.  Deixe-nos se aproximar. Aportem teus olhos em meus cílios. Aportem teu sussurro em meus lábios. E acomode teu abraço em meus braços.

Te prezo, como preso te admiro. Te insisto como o fôlego final. E por final, ensaio o fôlego que me falta quando vejo os olhos teus, e imagino-os aportando nos cílios meus.

(Juliano Martinz)

Do Blog Literatura Corrosiva

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