Quem está aí?


Em um canto escuro de mim mesmo
tateava procurando algum resto de verdade
No entanto tudo em mim era um erro
um nada rodeando um coração que não bate
De repente ouço o soar de algumas palavras
e uma luz dispersa, perdida, quase fraca
Não me contive, eu confesso
Quem está ai?
Sou apenas eu, reclamou o verso!
No que respondi:
sem tirar nem por,
faça-me o favor,
de ir de vagar…
com as suas divagações.

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